Ano novo, objetivos novos!

Ano novo, objetivos novos!

Mais um fim de ano que se aproxima e com ele o “desejo” de enterrar velhos hábitos de pensar, de sentir e agir, aliado à vontade de estabelecer novos objetivos.

É nesse momento que precisamos fazer o nosso balanço, analisar o que nos propusemos alcançar e não alcançamos, estabelecer novos objetivos e metas que nos dão novo fôlego e energia.

Aproveite esta vontade de mudar, de melhorar e de ser feliz para encontrar novas formas de equilíbrio e de bem-estar.

Se você nunca fez suas resoluções de ano novo , vou dar algumas dicas que podem ajudar… Está pronto(a)? Você só precisa de si, de um lápis, uma folha de papel e um lugar calmo e agradável.

Faça a sua revisão de vida.

É um hábito que faz um grande bem para nossa saúde psicológica: E não consiste em nenhum tipo de ritual ou algo neste sentido, mas de ter um momento para pensar em como está a sua vida até o presente momento. Não pensar na própria vida é o mesmo que dirigir um carro com os olhos vendados! É preciso ter clareza do caminho que percorremos, onde estamos e para onde vamos, e por isso, passo a discorrer sobre o próximo ponto.

Planeje seu novo ano.

Planejamento de vida, esta é a chave! Muitas pessoas planejam como comprar um carro, comprar uma casa, uma viagem, ou qualquer outro tipo de planejamento voltado para qualquer situação de consumo. Ora, nada mais justo do que planejar como consumir o seu tempo. Este que é um bem extremamente precioso, deve ser cuidadosamente planejado, pois, temos 365 dias, divididos em 12 meses, para serem aproveitados ao máximo. Este ponto é a diferença entre potencializar os seus resultados ou permanecer na estagnação.

Aprenda algo novo.

Afinal de contas, uma vida em que se deixa de aprender é uma vida que se deixa de viver. Essa frase que parece ser algo mais filosófico do que prático na verdade é algo bastante útil para a vida: Se em 12 meses você não houver aprendido nada de novo para a sua vida, você pode estar com problemas! Isso porque a vida é o período compreendido entre o nosso nascimento e a nossa morte (isso é óbvio não?!), e neste intervalo estaremos sempre nos desenvolvendo, sendo que, na medida em que paramos de nos desenvolver, damos entrada em um processo de morte: Pode ser física sim, mas também pode ser a morte de um sonho, a morte de um objetivo de vida, a morte de um desejo. Por isso, nunca devemos parar de aprender, mas devemos nos esforçar para sempre termos algo novo, pois o que diferencia a nossa vida das demais é a maneira como a construímos.

Perdoe.

Esse é um dos maiores antídotos contra a amargura! Nossa vida é complicada, e sempre tende a ser: Como seres humanos, inventamos muitas coisas que facilitaram a nossa sobrevivência, mas que também dificultaram a nossa coexistência. Viver amargurado pelos problemas que as outras pessoas nos infringiram é como carregar pesos, eles nos atrapalham no decorrer de nossa viagem. O perdão é uma das melhores formas de se libertar de enrascadas emocionais e pode ser um dos maiores alívios para a nossa saúde – inclusive física!

Faça algo socialmente útil.

Sempre reclamamos que o mundo está cada vez pior, mas dificilmente fazemos algo para torná-lo um lugar melhor. Por isso, devemos sair da nossa zona de conforto e lembrar que dividimos o mundo com pessoas menos favorecidas que a gente, e isso não necessariamente está relacionado à questão financeira, existem pessoas menos favorecidas em questões afetivas, emocionais, educacionais e etc.

Vivemos administrando talentos, então porque não podemos compartilhar um pouco dos talentos que temos para auxiliar no desenvolvimento alheio? Se você pode dar um cesta básica, contar uma história em um asilo para idosos ou pegar uma cartinha dos correios para se tornar padrinho/madrinha de uma criança carente, faça! Você possivelmente pode ter pensado que não tem tempo para fazer essas coisas, mas ainda assim, mesmo sem tempo, você pode realizar pequenos gestos.

A tecnologia tem feito a diferença na vida de milhões de pessoas. Há pouco tempo, conheci o aplicativo “Be My Eyes”, que conecta deficientes visuais a voluntários que os ajudam a identificar objetos e avisos ao seu redor. Será que você não poderia, em um momento do seu dia, atender a ligação de um deficiente visual para ajudá-lo a saber o preço de um produto no supermercado? Será que você não poderia, no intervalo do cafezinho, pesquisar como apoiar pela internet o plantio de árvores na mata atlântica?  Pense sobre isso, um pequeno gesto pode fazer toda a diferença.

Ame, mas se não puder, respeite, e se ainda assim for muito difícil, tolere.

Esse papinho de amor não se trata de mais um blá blá blá filosófico, afinal de contas, o amor pode ser definido como sendo muitas coisas: Um sentimento, uma filosofia, um dom, uma escolha, etc. E sempre foi cantado pelos músicos, escrito pelos poetas e pintados pelos pintores…  Independentemente do que seja, é um difícil ato ou exercício, mas apesar de sê-lo até hoje, não vi ninguém reclamando por viver/sentir/ter/fazer um amor genuíno… Pode ser até uma missão para a vida: Perseguir o amor. Mas seja o que for, faça amor, não faça guerra, já tem muita gente sendo “sacana” no mundo, não seja mais uma delas.

Enfim, você é a única pessoa capaz de mudar a realidade à sua volta, entretanto, para isso é necessário comprometer-se com os seus objetivos e com a sua vida… Como dizia Mahatma Gandhi:

Seja a mudança que você quer ver no mundo.

Feliz Ano Novo!

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